
O coração sangra. A alma cai em profunda tristeza, quando leio pessoas de gabarito que se dizem penalizadas porque Donald Trump enxotou, expulsou, o tirano Nicolás Maduro da Venezuela.
Dizem que Trump exagerou na dose. Pura maldade. A soberania venezuelana chora. Maduro não merecia tanta humilhação, porque Maduro tem lado puro em seu coração imundo.
BAILARINO – Sabe-se que o ditador venezuelano gostava de dançar para os serviçais. Era elegante nos trajes. Sorridente para o mundo, como se nada faltasse para o povo esfomeado e lascado.
Jornalistas sofriam com a brutal censura. Prisões lotadas de presos políticos. Outros tantos desaparecidos. Depois do banho de sol, sessões de tortura, de assassinatos. Porque ninguém é de ferro.
Quem manda jornalista ser intrometido e lutar para saber e divulgar verdades, doa a quem doer? Que coisa, essa saudável mania dos jornalistas é universal – cumprir durante décadas a tal de pauta.
FLORES E POESIA – Larguei de mão a fascinante tarefa. Agora cuido de flores, dos netos e da poesia. Aos que protestam e andam tristes pela casa, sem ânimo para pegar uma piscina, namorar de mãos dadas, tomar um chope ou correr no Parque da Cidade, sugiro que visitem a Venezuela. Avaliem entre populares, os horrores do bonzinho Maduro.
Na volta, ainda com a alma adormecida e estarrecida de tanta brutalidade, covardia e canalhice da longa tirania do ordinário Nicolas Maduro, seguramente cairão em si.
É preciso que todos se convençam de que Maduro faz parte da escória que já deveria ter ido para o inferno. Com passagem só de ida.
Drykarretada!