
Times brasileiros na Copa do Mundo de Clubes estão mostrando, na prática, que também sabem jogar com adversários até mais fortes. Palmeiras, Fluminense, Botafogo e Flamengo estão derrubando previsões pessimistas e desabonadoras. Calando a boca inclusive daqueles chamados analistas que arrotam conhecimento, sem nunca terem jogado nem pedra em vidraça. Agora estão com o rabinho entre as pernas também os berradores fantasiados de narradores. No Flamengo, o meia Gerson foi um monstro em campo. Bom para Ancelotti e para a seleção. Nossos jogadores estão nos cascos. Antes do jogo do Botafogo com o PSG, os afro-franceses mostravam os dentes com sorrisos marotos, não levando fé no querido alvinegro carioca.
FAZENDO BONITO – O Botafogo foi gigante. Não se importou com a grandeza e fama do PSG, que vinha de três goleadas sem tomar nenhum gol. O alvinegro venceu com personalidade. O fato é que os times brasileiros estão fazendo bonito na Copa do Mundo de Clubes. Botafogo jogou com brio e raça. Espelhou-se no Fluminense, que também estreou encarando poderoso clube alemão. O céu vibrou, com a torcida de eternos gênios que honraram a camisa alvinegra, Nilton Santos, Manga, Amarildo, Didi, Zagalo, Gerson e Garrincha. Amigos de fé, mais antigos e atentos, como o general Agenor Francisco Homem de Carvalho, também lembram, destacam e homenageiam o botafoguense Heleno de Freitas. Flamengo colocou em campo atletas mais jovens, fazendo da força física um valioso instrumento para a vitória. Espera-se que o Fluminense também faça bom jogo amanhã. Moral do Flamengo passa energia boa aos atletas de Renato Gaúcho.
Drykarretada!