
Alexandre de Moraes resolveu acatar o pedido de Lindbergh Farias e pediu parecer da PGR para reforçar a vigilância na casa de Jair Bolsonaro, como se o ex-presidente estivesse prestes a cavar um túnel até a embaixada dos EUA. A cena beira o cômico: um ministro do STF preocupado com fuga de tornozeleira eletrônica e um deputado do PT transformado em síndico da Polícia Federal, exigindo mais rondas no “condomínio Bolsonaro”. No fim, parece menos questão de segurança e mais obsessão política — como se a PF tivesse virado porteiro particular a serviço das neuroses palacianas.

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