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A nominata "tubarônica" do MDB-DF! Porém...pode ficar muito mais difícil conseguir se reeleger...

...basta João Pedro Rocha mudar de ideia

Publicada em 04/02/2026 às 08:44h | Drykarretada a notícia como deve ser/Odir Ribeiro  | 322 visualizações

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Ali promotora.
kelsen

A nominata
 (Foto: Desconhecido!)


Nominata pesada do MDB-DF vira quebra-cabeça com números e quociente na mesa para 2026.

O MDB do Distrito Federal vive um daqueles momentos em que força política e matemática eleitoral entram em rota de colisão. A legenda, comandada por Wellington Luiz, reúne hoje cinco deputados distritais de mandato, todos com votação expressiva em 2022. O problema é simples: quanto mais pesada a nominata, mais difícil fica encaixar todas as peças. Atualmente, integram a bancada do MDB-DF Hermeto, Iolando, Jaqueline Silva, Daniel Donizet e o próprio Wellington Luiz. Os números de 2022 que pesam na mesa.

Na última eleição, cada um deles mostrou força nas urnas:

Daniel Donizet foi o mais votado do grupo, com 33.573 votos, desempenho que hoje sustenta sua decisão de disputar uma vaga de deputado federal em 2026.

Jaqueline Silva obteve 26.452 votos, consolidando-se como um dos nomes mais competitivos da bancada.

Iolando somou 20.757 votos, mantendo uma base fiel e consistente.

Hermeto alcançou 20.332 votos, mostrando regularidade eleitoral.

Wellington Luiz, com perfil mais institucional e forte articulação política, garantiu 16.933 votos, suficientes para assegurar o mandato e, posteriormente, chegar à presidência da CLDF.

Um sobe, e o nó aparece

Com Daniel Donizet sinalizando que deixará a disputa distrital para tentar voo mais alto na eleição federal, o MDB passa a ter quatro deputados buscando reeleição. E é exatamente aqui que o problema fica explícito. Nos bastidores, o diagnóstico já está feito: para o MDB montar uma nominata competitiva, um dos atuais deputados precisará procurar outro partido. Não por fraqueza eleitoral, mas por matemática pura.

Simulação do quociente eleitoral para 2026

Trabalhando com um cenário plausível para a próxima eleição no DF:

Eleitorado (habitantes) estimado: 3 milhões

Votos válidos: 2 milhões, fora os votos nulos, brancos e abstenções.

Com 24 cadeiras em disputa na Câmara Legislativa, o cálculo é direto:

2.000.000 ÷ 24 = 83.333 votos

? Quociente eleitoral estimado: cerca de 83 mil votos por vaga.

Eleger 3 é plausível; 4 fica muito mais difícil. Com um quociente nessa faixa, a leitura interna no MDB é pragmática:

Eleger 3 deputados distritais é um cenário totalmente plausível. Eleger 4 passa a ser muito mais difícil, exigindo uma nominata quase perfeita, sem desperdício de votos. Manter quatro mandatos disputando entre si reduz espaço para novos nomes, dificulta a soma coletiva e aumenta o risco de a legenda bater menos quocientes do que poderia.

Força demais também cobra seu preço. Os quatro deputados que permaneceriam na disputa têm voto, grupo político e densidade eleitoral. Por isso, ninguém quer ser o nome a deixar o partido. Ainda assim, a matemática impõe escolhas duras.

A decisão passará por:

alinhamento interno.

estratégia partidária.

capacidade de cada um contribuir para que o MDB bata mais de um quociente eleitoral.

Moral da história...

O MDB-DF está forte, organizado e com nomes competitivos. Mas a matemática não perdoa: quando a nominata pesa demais, alguém inevitavelmente fica sem espaço. Com um quociente eleitoral projetado na casa dos 83 mil votos, o jogo de 2026 será decidido longe do palanque — na calculadora, nos bastidores e nas conversas reservadas.

Eleger três é viável. Forçar quatro pode custar caro.

Ponto de Vista: Fazendo uma análise fria do atual contexto da matéria, o editor não está errado; porém, caso o filho do governador (João Pedro Rocha) resolva sair candidato, a coisa muda de figura ou seja, o que era difícil passará a ser muito mais complicado para o deputados citados na matéria conseguirem a reeleição. Uma coisa é fato...o pré-candidato ao Senado Ibaneis Rocha, naturalmente, "pedirá votos" para o seu filho como candidato a deputado distrital.

Aí é que tudo complica. Serão duas vagas para o Senado, porém, com mais de 400 mil votos um candidato a vaga pode eleger-se. Vamos trabalhar com 10% de maneira básica. 10% de 400 mil é 40 mil; ou seja, se o Ibaneis pedir uma "ajudinha" aos seus eleitores, o jovem filho estará eleito fora o apoio dos jovens como ele. Com esse exemplo, só ele conseguiria quase a metade do quociente eleitoral. Fato é que o MDB para eleger 5 seria quase impossível pois a mesma quantidade de votos da última eleição, já não servirá.

Será necessário no mínimo dobrar este número. Acho muito difícil. Não vejo, na pior das hipóteses, votos de 20.000 pms votando no seu representante. Terá que correr por fora e muito. Isso é apenas um exemplo. Para finalizar digamos (hipoteticamente) que: o MDB consiga algo em torno de 200 000 votos. Aí você divide por um quociente de 83 mil. O resultado seria 2 candidatos eleitos e talvez 1 eleito na proporção 80/20; ou, digamos que o quociente eleitoral seja algo em torno de 79 mil. O resultado seria praticamente o mesmo. Isso daria algo em torno de 40 000 votos desses deputados citados. Se, toda a nominada for muito bem, talvez o partido consiga algo mais proveitoso. Diferente de outros candidatos de outros partidos que poderão ter "menos trabalho".

Drykarretada!




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