
Quando Rosângela da Silva, a Janja, entra em cena, o português ganha versões alternativas que fariam qualquer professor pedir revisão urgente. Entre “cidadões”, “abrido” e “salma de palmas”, parece que a gramática resolveu tirar férias sem aviso prévio. E no meio desse espetáculo linguístico, ainda tem medalha por “serviços excepcionais à educação”. Pelo visto, exceção virou regra — inclusive na língua portuguesa.
Ponto de Vista: Fora alguns "jornaleiros" esquerdistas (sem Facu) donos de "brogs" ou "portais" ou sites que são tão "analfabetos" quanto. Porém, o importante, é o que recebem. Entendedores entenderão. A Janja é uma "santa".
Drykarretada!