noticias5 Seja bem vindo ao nosso site Drika Arretada - A Notícia como deve ser !

Brasil

Então...Novas fases de investigações da Operação Compliance Zero atingirão notórios políticos e sites

Oxente...tem que ser DURA LEX, SED LEX ou seja...PAU NA MOLEIRA

Publicada em 27/04/2026 às 07:30h | Drykarretada a notícia como deve ser/Donny Silva  | 322 visualizações

Compartilhe nas redes sociais
Ali promotora.
kelsen

Então...Novas fases de investigações da Operação Compliance Zero atingirão notórios políticos e sites
 (Foto: Desconhecido!)


Neste ano, precisamente no dia 14 de janeiro, durante as buscas realizadas no âmbito da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF),  foi apreendido uma grande quantia em dinheiro, além de carros, joias e relógios importados. As imagens foram divulgadas pela corporação.

Muito dinheiro apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero

Familiares de Daniel Vorcaro, como o pai, a irmã, o cunhado e um primo também foram alvos.

E para quem achava que o assunto estava acabado, investigadores responsáveis pela Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que apura o esquema fraudulento envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), avaliam que o organograma da organização criminosa criado para operacionalizar o caso ainda não está completo.

A investigação terá novas e decisivas fases nas próximas semanas para esclarecer grandes questionamentos. Um deles é saber quem era o principal beneficiado do esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propinas. Os investigadores apontam que as novas diligências pretendem recolher documentos e provas sobre o papel de cada um dos agentes no esquema criminoso. A atividade central do grupo criminoso, de acordo com as investigações, era vender títulos podres do Master para o BRB, a fim de lucrar com as operações e garantir a vida de luxo dos envolvidos no esquema. Para isso, o grupo criou tentáculos no sistema financeiro, no setor bancário e também na mídia, garantindo a diluição dos recursos das fraudes em contratos supostamente lícitos. O ápice do plano seria a compra do Master pelo BRB, anunciada em março de 2025, mas vetada pelo Banco Central em setembro do mesmo ano, ou seja, dois meses antes de a autoridade monetária liquidar extrajudicialmente o Master.

Daniel Vorcaro e Daniel Monteiro

Além disso, duas delações que estão encaminhadas devem acrescentar capítulos adicionais na investigação: a de Daniel Vorcaro, dono do Master, e do advogado Daniel Lopes Monteiro, que tinha uma coleção de carros de luxo, como Porsches, relógios de marca e obras de arte. Amigo de Paulo Henrique Costa, o  advogado é acusado de ser o operador jurídico e financeiro do esquema de fraudes bilionárias.

A avaliação é de que ambos os delatores devem apontar o envolvimento de políticos, empresários, jornalistas e servidores públicos no esquema, inclusive, autoridades de cargos elevados nos Três Poderes, e, certamente, haverá desdobramentos em várias campanhas eleitorais deste ano.

Outra delação que está sendo preparada é de Paulo Henrique Costa, conhecido como “PH”, ex-presidente do BRB, que está preso no presídio da Papuda, em Brasília. Ele também teria como alvo supostas participações de Ibaneis Rocha na decisão sobre as ações do BRB.

Vorcaro e “PH” eram próximos de vários caciques de partidos do Centrão (Progressistas e União Brasil). A questão é quem vai delatar quem primeiro. O senador e presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira  e Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, estão sob a mira de investigações da Polícia Federal (PF) relacionadas ao chamado “Escândalo do Banco Master”.

O  nome do deputado Arthur Lira (PP) e de pessoas ligadas a ele também aparecem em desdobramentos e contextos relacionados ao escândalo.  Reportagens e apurações jornalísticas destacam a proximidade de Lira com figuras centrais do caso. O ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, que relatou processos de interesse do banco na corte, é apontado como um aliado próximo cuja indicação ao cargo teve apoio decisivo de Lira.

Pontos principais das investigações:

Ciro, Vorcaro e Rueda

Mensagens e Proximidade: A PF obteve mensagens onde Vorcaro se refere a Ciro Nogueira como “grande amigo” e comemora uma proposta legislativa (apelidada de “emenda Master”) que aumentaria a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que beneficiaria o banco na época.

Uso de Aeronaves: Documentos indicam que Nogueira e Rueda utilizaram helicópteros de Vorcaro em novembro de 2024 para deslocamentos durante o GP de Fórmula 1 em São Paulo.

Aproximação Master-BRB: Os dois políticos são citados como figuras influentes que facilitaram a articulação para a venda do Banco Master ao estatal BRB (Banco de Brasília).

É notório dentro do Banco de Brasília (BRB), a forte influência (ainda hoje) do senador Ciro Nogueira (PP).

O jornalista Luís Costa Pinto revelou as ligações políticas de Daniel Vorcaro, principal acionista do Banco Master com o mundo político. Segundo o jornalista, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), são os principais “amigos” de Vorcaro na política. “Vorcaro tem um laço muito estreito e muito grande com organizações políticas em Brasília e na operação federal. Os maiores amigos dele na política são Ciro Nogueira, presidente do PP, Antonio Rueda, presidente do União Brasil e Arthur Lira, ex-presidente da Câmara”, disse Luís Costa Pinto.

Segundo a PF, a  grande dificuldade é conseguir provar o que era legal ou ilegal no esquema, como contratos aparentemente lícitos, mas que eram usados para lavar dinheiro, ocultar patrimônio ou ser desviado para as contas pessoais dos beneficiários para o pagamento de propina.

“Nós temos policiais muito bem preparados para este tipo de investigação, que sabem detectar muito bem essas diferenças do que é lícito ou ilícito. Não só o conhecimento técnico, mas empírico. Mas o grande problema neste tipo de investigação é fazer a comprovação. Existem várias maneiras de tentar limpar os rastros, não deixar o traço do dinheiro, o famoso ‘follow the money’, e outras tentativas de tentar dissimular essa utilização indevida, ilegal do dinheiro”, destaca Flávio Werneck, diretor de Estratégia da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef).

CONTRATOS MILIONÁRIOS DE FACHADA

Os novos desdobramentos da Operação Compliance Zero também devem concentrar-se no uso de contratos de fachada de publicidade para ocultar dinheiro proveniente de propina, lavagem ou para tentar pressionar autoridades reguladoras, como o Banco Central. Os investigadores atuam para separar o que são contratos de mídia legítimos, voltados para ações do banco e divulgação de produtos e resultados, dos que foram adotados exclusivamente para beneficiar os envolvidos no esquema.

Dois sites do DF estão na Mira da PF porque receberam muito dinheiro do Banco Master:  O Metrópoles recebeu R$ 27 milhões e o Vero Noticias recebeu R$ 1 milhão. Já o  jornalista Léo Dias recebeu R$ 9,9 milhões.

A PF investiga onde foi parar tanto dinheiro, para quem e qual motivo. O cerco está se fechando em Brasília.

Ponto de Vista: Na matéria do Donny Silva, fica evidenciado que a PF está investigando criteriosamente e, se tudo isso for comprovado, que os políticos e sites paguem com o rigor da lei. Acredito que o Donny não faria uma excelente matéria sem as suas devidas fontes seguras. Fato! 

Drykarretada!

 




OUTRAS NOTÍCIAS
ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres


Insira os caracteres no campo abaixo:








Logomarca Drika Arretada - A Notícia como deve ser
Traduzir para
Traduzir para inglês Traduzir para espanhol Traduzir para português Traduzir para francês Traduzir para alemão
Visitas: 1644128 Usuários Online: 12
Copyright (c) 2026 - Drika Arretada - A Notícia como deve ser - Obrigada e volte sempre!