
O 'pai dos pobres' segue firme — desde que bem acomodado em hotel cinco estrelas na Europa. Enquanto o discurso fala em picanha e cervejinha para o povo, a prática entrega diária em euros, com direito a luxo sofisticado e conta salgada no cartão… do contribuinte, claro. Afinal, coerência nunca foi item obrigatório no pacote.
Em poucas horas na Alemanha, mais de R$ 800 mil evaporaram com hospedagem digna de realeza — e ainda sobrou espaço para uma “salinha de apoio” de R$ 17 mil que ninguém sabe exatamente para quê serviu. Talvez para acomodar melhor a narrativa, que definitivamente não cabe na realidade.
No fim das contas, fica o retrato clássico: o discurso segue popular, mas o padrão de vida continua premium. Porque, pelo visto, ser “pai dos pobres” não impede — nem de longe — de viver como milionário às custas deles.
Drykarretada!