
Nesta quinta-feira (2), a vaquinha criada para ajudar o padre José Eduardo conseguiu arrecadar R$ 276.353,91. A campanha foi criara para pagar o advogado que o defendeu em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF). O religioso precisava reunir R$ 250 mil para quitar os custos da defesa jurídica.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o padre explicou que processos desse tipo costumam ter custos superiores a R$ 1 milhão, mas houve redução no valor da cobrança. Assim, o advogado fez desconto para que ele pudesse pagar as custas.
Com apoio dos internautas, a mobilização reuniu recursos suficientes para cobrir o valor necessário e ultrapassou a meta inicial.
A campanha começou depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento do inquérito contra o padre, que atua em Osasco, na Grande São Paulo. A decisão foi divulgada por ele e pelo advogado Miguel Vidigal em vídeo publicado na terça-feira (31).
O caso foi encerrado após a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir não apresentar denúncia formal contra o religioso.
A investigação durou mais de dois anos. O inquérito apurava a suposta participação do padre em reuniões no Palácio do Planalto ligadas à tentativa de um golpe de Estado.
Durante o processo, em fevereiro de 2024, o sacerdote foi alvo de busca e apreensão. Na ocasião, a Polícia Federal recolheu passaporte e equipamentos eletrônicos do religioso.
Ponto de Vista: Acho algumas coisas estranhas no meio religioso. Me perdoem se eu estiver falando algo errado. Não vejo uma certa união entre os padres, principalmente quando ocorre uma situação dessas. Não vejo a CNBB fazer lá muita coisa para ajudar; não vejo os padres estrelas de TV ajudar; sei lá...como sempre, os fiéis; as pessoas de bom coração que não medem esforços em ajudar. Glória a Deus! Pelo menos o Padre conseguiu resolver a sua situação que, diga-se de passagem foi humilhante.

Drykarretada!