
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) solicitou que a Justiça determine o uso de tornozeleira eletrônica para Andrés Sanchez, expresidente do Corinthians, sob alegação de descumprimento de medidas cautelares.
O promotor Cássio Conserino aponta que Sanchez manteve contato com membros do clube, apesar da proibição judicial vigente desde o fim de 2025. O pedido do MPSP considera o depoimento de Antônio Jorge Rachid, secretário-geral do Corinthians, que relatou ter conversado comSanchez por telefone em 30 de janeiro, além de outros contatos considerados frequentes. Sanchez responde a processo por suposto uso irregular do cartão corporativo do clube para fins pessoais. Ele também exerceu mandato de deputado federal por São Paulo de 2015 a 2019. Sanchez é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT).Entre as medidas requisitadas, o MPSP também pede a retenção do
passaporte espanhol de Sanchez e o monitoramento de suas ligações telefônicas realizadas e recebidas entre 30 de dezembro de 2025 e 25 de fevereiro de 2026. A investigação aponta mais de 200 transações feitas entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, totalizando aproximadamente R$ 581 mil, em valores atualizados.
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