
Para surpresa geral, o PT e seus partidos-puxadinho nem ameaçaram recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, filho do chefe. Por quê? Cairia nas mãos do ministro André Mendonça, “juiz prevento”, por ser o relator das investigações do roubo aos aposentados do INSS e do Banco Master. Como Mendonça não é nenhum Toffoli ou Moraes, as chances seriam mínimas. Inovaram, recorrendo ao senador aliado Davi Alcolumbre, presidente do Congresso.
O que mudou? - Logo após a quebra do sigilo, o PT acusou “fraude” na votação, mas era mentira. A novidade foi não recorrer ao STF, como é habitual.
Caminho novo - Desde o primeiro minuto pós-fiasco, deputados petistas furiosos deram entrevista avisando que recorreriam a Alcolumbre. Nem citaram o STF.
Incomum - Os deputados Rogério Correia (PT-MG) e Paulo Pimenta (PT-RS) até partiram para cima da mesa diretora da CPMI. Não mencionaram STF.
Que STF? - Paulo Pimenta, autor da ideia de jerico de votar de uma só vez os 87 requerimentos, derrotado, optou por só insular a cúpula da CPMI.
Drykarretada!