
Enquanto o brasileiro aprende a arte da sobrevivência com o carrinho de supermercado cada vez mais vazio, a primeira-dama parece cumprir uma agenda internacional compatível com o padrão cinco estrelas. Afinal, nada simboliza melhor o compromisso com a “realidade do povo” do que uma suíte de R$ 7,6 mil por noite em Seul, ainda mais quando existem opções quatro vezes mais baratas no mesmo hotel. No discurso, austeridade; na prática, conforto premium — porque governar pode até exigir sacrifícios, mas, ao que parece, dormir com menos luxo não está entre eles.
Drykarretada!