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Não para! Festival de absurdos que assola o STF está acima da lei e da ordem

Fato!

Publicada em 20/01/2026 às 08:00h | Drykarretada a notícia como deve ser/Lygia Maria/Folha  | 296 visualizações

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Ali promotora.
kelsen

Não para! Festival de absurdos que assola o STF está acima da lei e da ordem
 (Foto: Desconhecido!)


Conexões entre familiares de Toffoli e Moraes com o caso do Banco Master não podem ser tratadas como mera coincidência. Se esses vínculos, além dos abusos de poder, são aceitáveis, então o STF acha que está acima da lei e da própria República

O ministro Dias Toffoli impediu a perícia em celulares pela Polícia Federal imediatamente após a apreensão, durante investigação do escândalo do Banco Master. Os aparelhos deveriam ficar no STF; depois, enviou à Procuradora-Geral da República e escolheu quatro peritos da Polícia Federal para realizar o procedimento.

Um dos aparelhos é de um cunhado do dono do Master, que está ligado a fundos com participação societária num resort no Paraná que pertencia, em parte, a irmãos de Toffoli até 2025.

SEM FORO ESPECIAL – Ademais, o processo só está no STF porque Toffoli mandou o princípio do juiz natural às favas e trouxe para a Corte um caso sem réus com foro privilegiado. Não contente, colocou sigilo elevado no processo. Tudo isso logo após viajar ao Peru acompanhado por um advogado de um dirigente do Master. Calma, piora.

Lembram do resort? A participação dos irmãos de Toffoli foi comprada por um advogado que atua para a JBS. A empresa faz parte da holding J&F, cuja multa no valor de R$ 10 bilhões prevista em acordo de leniência foi suspensa em 2023 por quem? Sim, Toffoli.

E tem mais. Na época, a esposa do magistrado, que é advogada, prestava serviços jurídicos para a J&F em outros casos.

SUPERCONTRATO – Agora, o escritório de advocacia da mulher de outro ministro, Alexandre de Moraes, tem um contrato de R$ 129,6 milhões com o Banco Master para realizar serviços que não se sabe quais são.

O mesmo Moraes que, após as notícias sobre o resort, abriu inquérito de ofício para apurar supostos vazamentos de dados de ministros pela Receita Federal.

A mesma arbitrariedade, cujo intuito é blindar membros do STF, usada por Toffoli em 2019 na instauração do inquérito das fake news —que vigora sob sigilo até hoje e tem Moraes como relator.

FESTIVAL DE ABSURDOS – Como os outros ministros do Supremo acham que a sociedade deve encarar esse festival de absurdos? Todas essas conexões são mera coincidência? Os fins justificam os abusos de poder?

Se assim for, a Corte constitucional não quer cidadãos, mas cordeiros. Acha que está acima da lei e até da própria República. Não à toa, assim funciona o Judiciário em regimes autoritários.

Drykarretada!




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