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Galípolo está acovardado e quer recuar das acusações que fez contra Moraes

Fato!

Publicada em 28/12/2025 às 09:53h | Drykarretada a notícia como deve ser/Carlos Newton/TI  | 329 visualizações

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Ali promotora.
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Galípolo está acovardado e quer recuar das acusações que fez contra Moraes
 (Foto: Charge do Fraga)


O Brasil não pode aguardar o término do recesso parlamentar e do Supremo Tribunal Federal, ou de uma CPI a se iniciar somente a partir de fevereiro, para que providências de toda ordem sejam implementadas no caso do Banco Master.

Essa desmoralização envolvendo integrante da mais alta cúpula do Poder Judiciário não pode prosseguir por mais tempo sem conclusão.

ACOBERTAMENTO – Se o presidente do BC, Gabriel Galípolo, recebeu telefonemas nada republicanos, pedidos de informações sobre decisões a serem proferidas pela autarquia pública, que não devem ser compartilhadas com outros poderes, por que continua acobertando improbidade administrativa e reprovável advocacia administrativa por parte de quem tem por missão entregar Justiça em nome do Estado?

Alexandre de Moraes não vai produzir prova contra si mesmo, sua esposa e filhos. É o que está disposto na Constituição, mas Galípolo comete grave ilícito profissional se continuar se desobrigando de relatar o que Moraes conversou com ele por telefone ou presencialmente, além das alegadas consequências da aplicação da Lei Magnitsky.

Isso, sem esquecer que o próprio presidente da República, como divulgado, teria sido informado sobre essas ocorrências.

VOLTANDO ATRÁS – Quem fez a denúncia foi o próprio Galípolo. Na festa que reuniu os jornalistas que cobrem o Banco Central, no dia 18, ele próprio tomou a iniciativa de dizer que havia sofrido pressões intensas para facilitar a venda do Banco Master. E revelou, orgulhoso, que sua equipe no BC tinha documentado tudo.

A jornalista Malu Gaspar, que não passa paninho em corrupção, confirmou no Banco Central, com seis fontes diferentes, que tinha havido as pressões. Ao mesmo tempo, o jornalista Lauro Jardim apurou que a mulher de Alexandre de Moraes tinha um contrato de R$ 129,6 bilhões com o Banco Master, para defendê-lo e assessorá-lo em praticamente todo tipo de situação.

Seis fontes diferentes revelaram a Malu Gaspar que houve as pressões e que um dos assediadores era justamente Alexandre de Moraes. Ela publicou em O Globo e a notícia ganhou asas, reproduzida nacional e internacionalmente.

GALÍPOLO RECUA – O que ninguém esperava é que o presidente do Banco Central se acovardasse e agora venha com a conversa fiada de que os insistentes telefonemas de Moraes (houve seis, num dia só) foram motivados pela Lei Magnitsky, uma Piada do Ano.

Isso é muito perigoso. Vivemos hoje sob “ditadura do Judiciário”, conforme constatado por observadores internacionais da OEA. E ninguém duvide que o ministro Alexandre de Moraes e sua família venham a reivindicar vultosa indenização moral e material a ser paga pelos divulgadores originais de seus ilícitos, se provas cabais das denúncias não vierem à tona.

O mesmo de se dizer do silêncio comprometedor do presidente do Banco Central, ao ficar em cima de um muro que já desabou.

ESCOLA BASE – Lembrem as criminosas reportagens produzidas sobre a “Escola Base” de São Paulo, causadas pela irresponsabilidade de um delegado de polícia que afirmou ter provas de abusos a crianças. Era tudo mentira. Uma família de educadores foi destruída.

Naquela época nem havia internet. Hoje, os efeitos são milhares de vezes mais nefastos. A Organização Globo, que teve seu furo repercutido por toda a mídia, não pode obrigar Mau Gaspar a revelar suas seis fontes. Ela está protegida pelo inciso XIV, do artigo 5º. da Constituição Federal: “É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional”.

Quem deve cumprir o dever de revelar o escândalo que ele próprio descortinou é o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O povo quer saber se há gravação de mensagens telefônicas, documentos escritos ou outras provas robustas além de indícios?

Ponto de Vista: Para os juristas do Supremo, contrato de prestação de assessoria jurídica celebrada por parente de ministro não gera condenação. Mas os jornalistas Lauro Jardim e Malu Gaspar estão tranquilos e apoiados pela Redação de O Globo e por funcionários da cúpula do Banco Central, que a qualquer momento podem vazar alguma prova. Assim, tudo indica que essa novela pode se prolongar muito. Comprem pipocas. (C.N.)

Drykarretada!




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