
Reportagem da revista Piauí revelou suspeitas graves envolvendo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), segundo as quais o empresário Roberto Leme, conhecido como Beto Louco, teria pago R$ 2,5 milhões para bancar um show de Roberto Carlos no Amapá a pedido do senador, em troca da liberação do funcionamento de sua refinaria, a Copape, então paralisada pela ANP, além de ter presenteado Alcolumbre com canetas do medicamento Mounjaro antes de sua liberação no Brasil; apesar da gravidade dos relatos, a Procuradoria-Geral da República não aceitou a delação do empresário, o que provoca o debate sobre a crise do sistema de delações premiadas no país, hoje desmoralizado por sucessivas anulações no STF, especialmente por decisões do ministro Dias Toffoli, cenário que incentiva delatores a omitir informações e tentar pressionar autoridades por meio da imprensa, embora, segundo procuradores, as investigações continuem em curso.
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