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Brasil

Deputado petista MACONHEIRO revela que até já cultivou em casa

Parlamentar diz que criminalização da droga no Brasil é "racista". A lombra não passa

Publicada em 01/12/2025 às 06:20h | Drykarretada a notícia como deve ser/Mael Vale/DP  | 297 visualizações

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Ali promotora.
kelsen

Deputado petista MACONHEIRO revela que até já cultivou em casa
 (Foto: Desconhecido!)


O deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) afirmou ser “maconheiro” e classificou a criminalização da maconha no Brasil como “racista”.  “Eu não fumo cannabis, eu fumo maconha. Não sou canabizeiro, sou maconheiro. A planta é maravilhosa e a criminalização dessa planta na história de nosso país se demonstrou de caráter absolutamente racista”, declarou em entrevista à revista on-line Breeza, concedida durante a ExpoCannabis, evento realizado de 14 a 16 de novembro em São Paulo.

O parlamentar afirmou ainda que já cultivou a planta em casa.

Renato destacou que plantou “umas sementinhas”, que vingaram, mas que precisou realizar viagens e que a mãe dele as deixou “escondidinhas” no banheiro. “Aí o bagulho não ajudou muito”, disse Freitas. O deputado afirmou ainda que planeja abrir uma associação de plantio de cannabis medicinal.

“Vamos poder fumar nossa maconha na cara da classe média, branca, hipócrita, de Curitiba. Isso vai ser uma vitória. A gente tem que começar a ganhar dinheiro com o plantio da maconha, eventos como este daqui [a ExpoCannabis] têm de ser mais negro, enegrecido, denegrido. Enquanto isso não ocorrer, a maconha que fumamos vai enriquecer outros bolsos e outras políticas”, destacou.

Renato e as polêmicas

O deputado é o mesmo que se envolveu recentemente em uma briga registrada no dia 19 deste mês, no Centro de Curitiba (PR). Em 2016, durante campanha como vereador na capital paranaense, foi detido pela Guarda Municipal no Largo da Ordem por ouvir música alta no carro e, segundo a corporação, desacatar agentes. No ano seguinte, foi novamente detido após filmar policiais militares. Já como vereador, em 2020, Freitas voltou ao centro das discussões ao ser flagrado pichando um supermercado durante protesto contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, em Porto Alegre.

Em 2024, o Tribunal de Justiça o condenou a três meses de prisão em regime aberto pelo ato. O deputado, porém, não recuou e afirmou ser alvo de perseguição política. Em 2022, Freitas teve seu mandato de vereador cassado pela Câmara Municipal de Curitiba após participar de um ato antirracista dentro da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. A Casa entendeu que houve perturbação de culto e realização de ato político no local. Mais tarde, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a cassação, apontando indícios de irregularidade no processo.

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