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A TEORIA DO SISTEMA MORTO

Fato!

Publicada em 30/11/2025 às 10:14h | Drykarretada a notícia como deve ser  | 298 visualizações

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Ali promotora.
kelsen

A TEORIA DO SISTEMA MORTO
 (Foto: Desconhecido!)


Para a infelicidade dos que gostam de calcular logaritmos e antilogaritmos, tudo e muito simples demasiado simples. “Quando você está em um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar.“ Há um cavalo morto no centro do poder, o que fazer? 1) Comprar uma nova sela e trocar as ferraduras? 2) Trocar a ração? 3) Demitir o treinador e chefe do almoxarifado e contratar alguém com novas ideias sobre cavalos mortos? 4) Instituir um comitê da crise do cavalo morto? 5) Redefinir o conceito de morte para cavalos? O brasileiro cansou de ver a vida imitar as sátiras. A resistência à realidade, o apego a estratégias sem fundamentação universalmente válidas, a substituição do planejamento por personalismos — só atrasam o país. 

Quantos cavalos mortos estão sobre as mesas de reunião com executivos orgulhosos a apresentar gráficos e a exigir mais orçamento? Medo de admitir o erro. E o errado a gerar mais erros. Os custos afundam, mas “já investimos tanto que tornou-se impossível abandonar, vamos errados até o fim”.  As máquinas burocráticas resistem, porque “é natural roubar dinheiro público”. E os sistemas morrem, porque são construídos a partir de responsabilidades difusas, hermenêuticas, não positivas — como formas sem fórmula e retóricas sem Verbo. 

Quando ninguém é o responsável e tudo é passível de interpretação, a regra vira praxe e essa praxe torna-se um ente — que mesmo morto ainda está sobre a mesa como um fantasma que se diverte. O ineficaz (o que claramente não funciona mais) adora o obsoleto, porque assim mantêm hábitos, relacionamentos, negócios, carreiras, contratos e políticas. O cavalo morto alimenta muita gente. Mantêm as estruturas de poder, justificam novos gastos, evitam responsabilização, permitem narrativas de “estamos fazendo algo”.  A decisão inteligente é a mais corajosa sempre. Parar, reconhecer o erro, a disfunção, o fracasso e redirecionar os recursos. Seguir e molhar a vela, quando bater o vento. Como diz o ditado, que não canso de repetir: “Quando você está em um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar e enterrar o cavalo morto”.

Norton Lima, Jr. (Jornalista, estrategista político)

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