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Pedro Bó, envolvido no assalto ao Banco Central, morre em confronto com a PM em Anápolis

Suspeito de integrar o PCC, José Almeida Santana foi baleado após reagir a abordagem policial no estacionamento de um supermercado

Publicada em 24/11/2025 às 08:37h | Drykarretada a notícia como deve ser/Estadão Conteúdo  | 335 visualizações

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Ali promotora.
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Pedro Bó, envolvido no assalto ao Banco Central, morre em confronto com a PM em Anápolis
 (Foto: Desconhecido!)


Um dos participantes do maior assalto da história do Banco Central, José Almeida Santana, conhecido como Pedro Bó, morreu neste sábado, 22, após uma troca de tiros com policiais militares em Anápolis, em Goiás. Segundo a PM, o confronto ocorreu no estacionamento de um supermercado. No momento da abordagem, os agentes identificarem um volume suspeito na cintura do homem de 52 anos. Foi então que Pedro Bó - também suspeito de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC), conforme a polícia goiana - teria reagido e efetuado disparos contra os militares, que revidaram. O homem foi baleado, recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros e foi levado a um hospital da região. Na unidade médica, porém, ele não resistiu aos ferimentos. Os materiais apreendidos durante a abordagem policial foram encaminhados à autoridade policial, que dará continuidade às investigações.

Quem era Pedro Bó

José Almeida Santana era suspeito de integrar o PCC e atuava em uma quadrilha especializada em roubos a bancos, no modelo conhecido como "Novo Cangaço", que assalta unidades bancárias em cidades do interior com uso de explosivos e armamento pesado. Também era investigado por envolvimento em uma rede de tráfico internacional de drogas para a Europa e a África Ocidental. Segundo a polícia goiana, ele era o responsável por diversos roubos a carros-fortes e bancos em vários Estados. Anteriormente, Pedro Bó foi condenado por participação no assalto ao Banco Central em 2005, em Fortaleza. Além dele, ao menos 14 réus foram sentenciados pela participação direta no crime. Ele teria ajudado a escavar um túnel de cerca de 80 metros para acessar o cofre e levar aproximadamente R$ 165 milhões. O assalto ao Banco Central é considerado o maior furto da história do Brasil.

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