
A Polícia Federal não utilizou o suposto “rompimento da tornozeleira eletrônica” como argumento para pedir a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo revelou o jornalista Valdo Cruz no Edição das 10h, da GloboNews. De acordo com a apuração, o ponto central da representação da PF foi a vigília religiosa convocada pelo senador Flávio Bolsonaro em frente ao condomínio do pai — um ato amparado pela Constituição Federal, que garante o direito de reunião pacífica e a livre manifestação do pensamento, conforme previsto nos artigos 5º, IV e IX, além do artigo 5º, XVI, que assegura que todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização. A inclusão de um evento de cunho religioso e político entre os fundamentos para uma prisão preventiva impulsiona novas críticas sobre o uso expansivo das medidas cautelares e o risco de criminalização de atos protegidos constitucionalmente.
Ponto de Vista: É ser muito burro quem pensa que com a casa cheia de policiais penais/federais, o Bolsonaro se apoiaria nisso para fugir. Fugir? Como assim? O Brasil tem um presidente; o Brasil tem um Congresso covarde mas tem; o Brasil tem uma direita covarde mas tem, mas, só se fala em BOLSONARO. Quero ver quando DEUS pesar a sua mão...
Drykarretada!