
A postura da PGR e do ministro Alexandre de Moraes, ao negar o pedido humanitário para que o preso do 8 de Janeiro, Daniel Soares, pudesse visitar a mãe em seus últimos momentos de vida, expõe um gesto de insensibilidade e rigidez que extrapola os limites da razoabilidade. A autorização só veio após o falecimento, restringindo-se ao velório e ao sepultamento, o que revela uma Justiça que, em vez de humanizar suas decisões, reforça a imagem de arbitrariedade e desprezo por princípios básicos de dignidade.
Drykarretada!