
A tentativa da Polícia Federal de usar o “caso Lalau” como justificativa para vigiar Bolsonaro dentro de casa carece de proporcionalidade e contexto. Nicolau dos Santos Neto, o juiz Lalau, foi submetido à custódia interna por um histórico de fuga, desvios milionários comprovados e porque, na época, sequer havia tecnologia de monitoramento eletrônico eficiente. Já Bolsonaro, apesar de todas as acusações, está sob tornozeleira eletrônica e sob constante vigilância externa, com recursos tecnológicos muito mais avançados do que os disponíveis há vinte anos. Comparar os dois cenários soa mais como uma manobra para inflar medidas restritivas do que como um argumento jurídico sério, revelando a tendência de transformar a Justiça em espetáculo político.
Drykarretada!