
Quando você pensa que já viu de tudo, vem Paulo Maluf — ou melhor, sua “família empresarial” — e fecha um acordo milionário para devolver R$ 210 milhões aos cofres de São Paulo. Não é mágica, é apenas justiça parcelada com juros de 30 anos de atraso! No pacote, filhos, ex-nora, ex-genro, offshore uruguaia e até um banco brasileiro que comprou ações da Eucatex. Parece piada, mas é a velha política brasileira: quando a conta chega, quem paga é sempre “a família reunida”. Pelo menos, neste caso, São Paulo agradece a herança!
Drykarretada!